Não sei se deveria me expor mais uma vez em um veículo tão arriscado como esse. Não que eu me importe em escrever e mostrar o que penso, apesar de sempre me bater uma leve preocupação com plágio. Mas, talvez o que mais me deixe preocupada é o fato de me prender a mais um local aonde eu vou poder escrever minhas tortas palavras e narrar, para muitos, poucos ou só p. mim mesma, mais algumas Histórias de Ninguém ..
Eu me arrependo de escrever tudo que tenho escrito. E meus piores textos têm sido considerados os melhores. Os pequenos, aah, esses sim são os bons. Foram, corrijo-me rapidamente. Eu me arrependo de ter perdido tanto tempo falando de mim e escrevendo 'contos', eu sempre sonhei escrever crônicas.. Mas, eu não tenho essa capacidade tamanha de escrever sobre o outro. Sou egoísta, mesquinha, pequena (literalmente). Minhas mãos não são boas o suficiente p. fazer tocar na alma. Tudo que eu falo, há sempre um pouco de crítica, um leve descontentamento. O azedume do meu fel, sempre.
Mais uma saga se inicia.
Relendo e relembrando os mesmos velhos passos do ontem, que sempre voltam a se repetir.. Incessantemente. Inquietantemente.
Eu li e reli os meus ditos e ditos desses dois últimos anos.. E espero poder escrever melhor daqui pra frente: um pouco menos de dramaticidade, um pouco mais de pé-no-chão. Menos papo, mas objetividade.
E é dessa forma que, contra ou não, eu volto com as palavras feias e pobres de sempre.. Não p. te fazer vibrar, mas p. me alimentar o ego e confortar o coração.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
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